sábado, 25 de fevereiro de 2012

memorias vagas



a pensar como seria
a minha vida sem ti
acho que me perderia 
por estas estradas 
sem nenhum guia 
memorias vagas 
só eu sei como me sentia
sinto-me a renascer
andar cada vez mais depressa
mas tenho medo de me perder
quero abrandar
quero caminhar 
sem parar 
mas sem pensar
começo a sentir 
um calafrio na espinha
a subir 
medo apodera se de mim 
medo de n te ver novamente
n sei o que será de mim sem ti
sinto que o muro desabou
mesmo antes de ser construído
sinto que este pesadelo n acabou
apenas acabou de ser reconstruido
sintu que o acabara de nascer
acabou por morrer...






esta noite vou sair e vou ficar a olhar para a lua e a lembrar me de ti 





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